FAQs

Sim! Na Sonae Arauco, comprometemo-nos com a utilização sustentável de matérias-primas e a respeitar ativamente estes princípios ao longo de todo o processo produtivo da empresa. Os produtos à base de madeira da Sonae Arauco podem ajudar a obter créditos para alcançar a certificação LEED, que é um programa desenvolvido pelo U.S. Green Building Council e que certifica a sustentabilidade dos edifícios e a forma como são planeados, construídos e mantidos. Além disso, nossos produtos estão disponíveis com certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) ou PEFC™.

Acreditamos em cadeias de valor eficientes, que constituem um incentivo a investimentos e uma gestão florestal ativa. Os painéis derivados de madeira contribuem para uma utilização sustentável dos recursos florestais, especialmente porque:

  • constituem uma alternativa à madeira maciça;
  • são flexíveis em termos de formato e customizáveis;
  • têm um impacto significativamente menor no meio ambiente em comparação com outros materiais de construção, como o aço e cimento;
  • têm um efeito positivo no aquecimento global devido a uma maior eficiência energética;
  • são usados na construção para captação e armazenamento de carbono, ajudando assim a reduzir as emissões de CO2;
  • podem ser reciclados no final da sua vida útil e processados em novos produtos através de um processo contínuo de reciclagem.

Sim! Como fabricante de painéis derivados de madeira, a Sonae Arauco atribui a maior importância ao fornecimento de madeiras provenientes de florestas geridas de forma sustentável. Não só prestamos atenção ao cumprimento de requisitos gerais de qualidade, mas também a processos logísticos otimizados, a fim de evitar transportes desnecessários que tragam impactos para o meio ambiente. Na gestão da sua cadeia de valor, a Sonae Arauco procura recorrer a madeira certificada pelo FSC® / PEFC™ para utilização nos seus produtos.

A Sonae Arauco oferece produtos à base de madeira certificados pelo FSC® (Forest Stewardship Council®) e PEFC™. Os certificados correspondentes podem ser consultados aqui.

Por favor, considere que estes certificados não constituem prova de produtos especiais. Os produtos oferecidos, entregues ou vendidos só estão disponíveis no âmbito descrito do certificado e se na fatura e documentos de entrega estiverem claramente listados.

O FSC® é uma organização sem fins lucrativos, de âmbito internacional, dedicada à promoção de uma gestão florestal responsável a nível mundial. A Certificação de Cadeia de Custódia FSC® aplica-se a fabricantes, transformadores e comerciantes de produtos florestais e verifica a rastreabilidade de materiais e produtos certificados FSC® ao longo da cadeia produtiva. Para mais informações, consultar: www.fsc.org

PEFC™ é uma organização não-governamental sem fins lucrativos dedicada a promover uma Gestão Florestal Sustentável e a sua certificação por uma entidade externa - Programme for the Endorsement of Forest Certification™ (Programa para o Reconhecimento da Certificação Florestal). O PEFC™ funciona em toda a cadeia de abastecimento de produtos de base florestal, para promover boas práticas na gestão das florestas e garantir que a madeira, cortiça e produtos florestais não-lenhosos são produzidos de acordo com os melhores padrões éticos, ecológicos e sociais. Graças à menção PEFC™, clientes e consumidores são capazes de identificar os produtos provenientes de florestas geridas de forma sustentável. Para mais informações, consultar: www.pefc.org

LEED® (Leadership in Energy and Environmental Design) é um sistema internacional de certificação e guia ambiental para edifícios. Criado pelo U.S. Green Building Council é o selo de maior reconhecimento internacional e o mais utilizado em todo o mundo, fornecendo uma verificação independente de que um edifício foi projetado e construído com recurso a estratégias que promovem uma abordagem sustentável, reconhecendo o desempenho em cinco áreas-chave da saúde humana e ambiental: desenvolvimento local sustentável, economia de água, eficiência energética, seleção de materiais e qualidade ambiental interna. Para mais informações, consultar: www.usgbc.org/leed

A Declaração de Performance é uma parte fundamental do Regulamento de Produtos de Construção, na medida em que fornece informações sobre o desempenho de um produto, contribuindo para aumentar a transparência. Cada produto de construção abrangido por uma norma europeia harmonizada ou para a qual foi emitida uma avaliação técnica europeia necessita desta declaração, devendo também incluir Marcação CE.
Mais informações em: ec.europa.eu/growth/sectors/construction/product-regulation/performance-declaration

O aglomerado de madeira (PB) é um painel/uma placa constituído/a por partículas de madeira unidas por resinas sintéticas, sob ação de pressão e temperatura. É constituído por três camadas, apresentando uma superfície lisa e uniforme, que pode ser usada sem revestimento (produto cru) ou com aplicação de revestimento em melamina, folha de madeira ou laminado, tornando-o num produto muito versátil para aplicação em mobiliário ou na construção.

MDF é a sigla em inglês que designa "Medium Density Fibreboard" ou aglomerado de fibras de média densidade. É um produto que resulta da aglutinação das fibras de madeira com resinas sintéticas, em processo seco, com prensagem a quente. Apresenta elevada resistência mecânica e maior estabilidade dimensional do que o aglomerado de madeira, podendo ser usado como produto cru ou com revestimento quer em mobiliário, quer na construção.

OSB significa “Oriented Strand Board” ou aglomerado de partículas de madeira longas e orientadas. É um painel composto pela sobreposição de três camadas de aparas de madeira longas, orientadas de forma perpendicular umas em relação às outras, o que o torna num produto estruturalmente denso, muito resistente, dimensionalmente estável e muito durável, quando comparado com outros produtos derivados de madeira.

De acordo com a Norma Europeia EN 300, que define a qualidade do OSB, existem quatro níveis de qualidade:

  • OSB 1: painéis destinados a aplicações gerais ou interiores (incluindo mobiliário) para uso em condições secas.
  • OSB 2: painéis para uso estrutural em condições secas.
  • OSB 3: painéis para uso estrutural em condições húmidas.
  • OSB 4: painéis destinados a aplicações mais exigentes, nomeadamente para usos estruturais de alta prestação em condições húmidas.

Os painéis de OSB possuem excelentes propriedades mecânicas. Apresentam um peso relativamente baixo e são extremamente estáveis. O OSB 3 e OSB 4 são usados, por exemplo, como camada hermética ou barreira de vapor. O OSB 3 é particularmente adequado para aplicação em pavimentos.
O OSB 2 é usado principalmente na indústria de embalagens, bem como em mobiliário e estantes. Os painéis OSB 2 também podem ser usados para tetos e revestimentos de paredes.

HPL significa “High Pressure Laminate” ou termolaminado de alta pressão. É um painel constituído por camadas de material fibroso de celulose (normalmente papel), impregnado com resinas termoendurecíveis e ligadas entre si, por um processo de alta pressão e temperatura. É constituído por aproximadamente 65% de papel kraft e 35% de resina termoendurecível. O termolaminado apresenta uma elevada versatilidade em padrões e texturas, podendo ser usado em condições de elevado desgaste ou impacto.

Trata-se de um painel decorativo pronto a aplicar e constitui uma solução rápida para aplicações interiores em mobiliário e revestimentos de paredes. São tipicamente compostos por uma placa de aglomerado revestida com laminado em ambas as faces, alia a performance e resistência de um laminado com a facilidade e versatilidade de uma placa decorativa pronta a utilizar.

Uma placa com superfície melamínica resulta do revestimento combinação de uma placa crua (substrato) – PB (particleboard) ou MDF (Medium Density Fiberboard) - com uma folha de papel decorativo em cada uma das faces dessa placa. Este papel decorativo é impregnado com resina melamínica e posteriormente “colado” à placa através de um processo prensagem a quente.
A resistência e versatilidade das placas cruas – PB ou MDF – são assim enriquecidas pela estética de uma vasta coleção de desenhos e padrões, resultando em produtos decorativos de fácil utilização e manutenção, com ótima resistência ao risco e abrasão.

O laminado é composto por folhas (normalmente de papel) impregnadas de resinas termoendurecíveis ligadas entre si por um processo de alta pressão e temperatura. A melamina, por seu lado, é uma folha decorativa impregnada de resina melamínica que é prensada a baixa pressão sobre um aglomerado ou MDF, apresentando por isso menos resistência do que um laminado.

Um laminado pós-formável é um produto termo-moldável, o que significa que pode ser curvado quando aquecido em equipamento específico. Desta forma, permite uma gama alargada de aplicações, nomeadamente em mobiliário e em revestimentos horizontais e verticais.

A Sonae Arauco disponibiliza uma gama total de 16 acabamentos, conferindo versatilidade na criação de projetos. Ver acabamentos disponíveis aqui.

São produtos que apresentam reação melhorada ao fogo. Os níveis de exigência de reação ao fogo são baseados nas chamadas Euroclasses, que estão estabelecidas na norma europeia EN 13501-1.

São produtos com comportamento melhorado face à humidade, não querendo isto no entanto dizer que sejam imunes à água. No seu processo produtivo, recorrem a um tipo diferente de resina que permite a obtenção de placas com resistência melhorada à humidade.

O Innovus Coloured MDF é um MDF pigmentado que oferece aos designers de interiores, designers e processadores maior liberdade criativa quando se trata de tornar os espaços únicos. O produto persuade pela suas tonalidades, bem como pela sua extraordinária estabilidade de cor e resistência à luz. O Innovus Coloured MDF pode ser processado universalmente: é fácil de serrar, fresar, pintar e revestir. Além disso, tem uma elevada flexão e resistência à tração. Mais informações sobre o Innovus Coloured MDF podem ser encontradas aqui.

Trabalhamos em conjunto com fabricantes de orlas reconhecidos e combinamos de forma otimizada a nossa oferta de orlas para todos os produtos da coleção Innovus. Por favor, confirme os nossos parceiros aqui.

O conteúdo total de formaldeído dos produtos Sonae Arauco é medido usando o método do perfurador especificado na norma EN 120. Neste teste, o formaldeído presente na amostra é totalmente extraído com tolueno e determinado usando um método fotométrico. Os resultados são expressos em miligramas de formaldeído por 100 gramas de placa (mg/100 g).

Esta classe de formaldeído aplica-se essencialmente para derivados de madeira usados na construção, ou para mobiliário e elementos de decoração para espaços sujeitos a regulamentos restritos de qualidade de ar interior. Corresponde a um produto com muito baixo teor em formaldeído (0,03 mg/l) de acordo com a normativa japonesa - método de teste JIS A 1460.

Os produtos Sonae Arauco são alvo de testes e certificados de acordo com as normas internacionais. O teste utilizado designa-se por Single Burning Item (SBI), conforme descrito na EN 13823, e permite determinar o desempenho do produto quando exposto à chama, isto é qual a contribuição do material para a origem e propagação do fogo.

Sim, atravé do Innovus High Gloss - um laminado decorativo com um impressionante efeito de alto brilho. Este pode ser usado para aplicações versáteis de interiores e mobiliário e é adequado para uso horizontal e vertical. Com Innovus High Gloss, oferecemos um extenso portfólio de decorações selecionadas, que se destacam pelo seu design brilhante e pelo seu jogo de luz e profundidade.

As condições recomendadas para o armazenamento das placas de derivados de madeira deverão ser próximas de 20ºC (15-25º C) e de uma humidade relativa de 35 – 50%, sendo que é importante prevenir mudanças bruscas e amplas dessas condições dado que podem afetar a qualidade das placas.

 

Para um correto transporte e armazenamento das placas de derivados de madeira é recomendável:
› transportar as placas sempre apoiadas numa base plana e armazená-las horizontalmente, ficando elevadas do solo pelo uso de apoios ou calços secos com uma altura que permita a entrada dos garfos do empilhador sem danificar o material;
› reembalar as placas sempre que a sua embalagem se apresente danificada;
› proteger os bordos das placas ao elevar, mover e empilhar, especialmente se manusear material não embalado;
› garantir, no local de armazenagem, o nivelamento do piso e a ausência de objetos que causem desníveis, por forma a evitar eventuais empenos das placas, muitas vezes irreversíveis;
› armazenar as placas em local coberto, protegido de intempéries e afastado de fontes de humidade e de calor intenso;
› não armazenar placas junto de zonas com correntes de ar, especialmente se este estiver húmido;
› manter as placas afastadas da água, especialmente os bordos;
› armazenar as placas sempre em posição horizontal e agrupadas por dimensão, de modo a que estejam alinhadas e sem que nenhuma placa fique saliente mais do que 15 mm;
› no caso de empilhamento de placas de espessura igual ou inferior a 8 mm, colocar no fundo da pilha uma placa de espessura não inferior a 15 mm ou uma palete de madeira, de preferência de tampo liso;
› no caso de utilização de calços ou barrotes de apoio garantir que estes são da mesma altura, e respeitar um espaçamento entre eles igual ou inferior a 600 mm;
› assegurar o alinhamento vertical dos barrotes entre lotes, colocando-os paralelamente à menor dimensão das placas.

 

Se o espaço de armazenamento for reduzido, não permitindo armazenamento horizontal, empilhar as placas bem encostadas umas às outras e obliquamente com um ângulo não superior a 20° relativamente à vertical, evitando o contato direto das placas com o solo. É também recomendável cobrir o lado exposto da pilha com uma placa de proteção.

 

Em ambientes de temperatura elevada, colocar uma placa de proteção sobre a pilha, tanto no armazenamento como no transporte durante o processo de transformação, para reduzir o efeito do calor sobre a face do material. A perda de humidade na face exposta, com o consequente desequilíbrio estrutural da placa, pode gerar empenos.

Em ambientes de humidade elevada, colocar também uma placa de proteção ou outra proteção física sobre o lote, para minimizar potenciais desequilíbrios do material por absorção de humidade na área exposta. Em situações de armazenamento prolongado ou de maior exigência poderá justificar-se o uso de uma embalagem específica com filme protetor.


Recomenda-se ainda uma gestão de stocks visando minimizar a permanência do material em armazém, cumprindo sempres que possível a regra FIFO (First In, First Out).

O manuseamento de painéis derivados de madeira não exige cuidados especiais de proteção individual, apenas o cumprimento das regras de segurança dos equipamentos e a normal tomada de precauções relativas à proteção das vias respiratórias e olhos nas operações que produzam poeiras (corte, lixagem, pintura, etc.).

 

Recomenda-se o uso de luvas e óculos de segurança nas operações de remoção de cintas de embalagens de placas ou corte de material e deve também ser tomado cuidado ao levantar e manusear painéis pesados para evitar lesões.

 

É recomendada a instalação de sistemas de extração de poeiras que poderão ser centralizados ou individuais (máquina a máquina) dependendo da dimensão da instalação.

 

Tendo em conta a granulometria do pó de lixagem pode existir risco de explosão pelo que os dispositivos de extinção de incêndio devem ser adaptados a este risco potencial, devendo ser considerada a possibilidade de instalação de sistemas de deteção de faísca com extinção automática.

 

Deverá ser evitada a movimentação de lotes não cintados devido ao risco de queda de material.

O corte das placas de derivados de madeira é possível com as comuns serras para madeira (serras verticais e horizontais, serras de bancada ou até serras circulares manuais). É importante ter em atenção o estado dos cortantes, assegurar o correto apoio do painel e eliminar as vibrações da máquina.

Todas as colas e adesivos comercializados para madeira são adequados para os derivados de madeira. Para garantir o melhor resultado, devem ser respeitadas as recomendações dos fabricantes de colas relativamente à quantidade de cola, o tempo de prensagem e a pressão a aplicar.
No caso dos produtos ignífugos (FR) deve ser realizado um teste prévio.

As placas de derivados de madeira são adequadas para fresagem tanto nos topos como nas faces. No caso dos aglomerados de partículas (PB), os perfis realizados devem ser simples para reduzir o risco de arranque de partícula.

Para furação de placas de derivados de madeira, podem ser utilizadas as mesmas ferramentas que são usadas no processamento de madeira maciça.

 

Na aplicação de parafusos é recomendada a pré-furação para prevenir o arranque de partículas e/ou delaminação da placa.

 

Para obter melhores resultados, recorrer a uma broca de diâmetro igual ao diâmetro do núcleo do parafuso (diâmetro do liso). Ao aplicar parafusos nas faces estes devem distar pelo menos 20mm do bordo. Quando os parafusos são aplicados nos topos, deixar pelo menos 70mm de distância ao canto e de pelo menos 30mm entre parafusos consecutivos.

Sim. As placas de derivados de madeira estão isentas de halogéneos ou compostos orgânicos halogenados. Produtos químicos usados para preservação da madeira, como o Pentaclorofenol, biocidas organoclorados, piretróides e dioxinas não são adicionados aos derivados de madeira Sonae Arauco.

Por esse motivo, os resíduos das placas de derivados de madeira podem ser reciclados e utilizados para aproveitamento térmico, sendo utilizados como combustível. Para mais informações, consultar EPD (Environmental Product Declaration) do produto.

Para obter uma amostra, basta selecionar o produto pretendido, registar-se e efetuar pedido de amostra. Os pedidos de amostra são gratuitos, sendo no entanto sujeitos a análise e aprovação prévias.

Caso não esteja disponível pedido de amostra para o produto que procura, por favor contacte a nossa equipa comercial. Estamos ao dispor para o ajudar.

Não. Os produtos Sonae Arauco apenas podem ser adquiridos através da nossa rede de distribuidores especializados. Consulte aqui os nossos distribuidores de acordo com o produto que procura.

Não. A oferta é adaptada à realidade de cada mercado. Para conhecer em detalhe a oferta de produtos para o seu país, por favor contactar a nossa equipa comercial.

O nosso Catálogo de Amostras pode ser encomendado através da sua Área Reservada. Basta registar-se e encomendar o seu catálogo através do formulário "Pedir Documentação".

O material gráfico atual (logótipos, imagens dos decorativos ou aplicação em renders 3D) para uso nos seus suportes de comunicação pode ser encontrado no nosso menu de Media. Se precisar de algum material adicional, por favor entre diretamente em contacto connosco.

Com o nosso simulador 3D, oferecemos uma ferramenta abrangente para explorar a aplicação dos decorativos Innovus em diferentes espaços. Desta forma, pode inspirar-se e criar projetos inovadores. Além disso, oferecemos nas respetivas páginas de produtos, imagens digitais dos decorativos.

Embora a Sonae Arauco tenha nascido apenas em 2016, decorrente de uma parceria industrial entre a Sonae Indústria e a Arauco, conta já com mais de 80 anos de história. Desde 1932, trabalhamos em diferentes países com a missão comum de desenvolver um mundo mais sustentável. Hoje, a Sonae Arauco beneficia de um percurso único construído pela Glunz, Tafisa, Sonae Indústria, Isoroy, Novobord, Tarkett, Hornitex e Darbo.

A Sonae Arauco possui fábricas e escritórios comerciais em Portugal, Espanha, Alemanha, África do Sul, Reino Unido, França, Holanda, Suíça e Marrocos. Atualmente, os seus produtos são comercializados em mais de 75 países.